Marca Maxmeio
Postado por admin em 5 de julho de 2011 de Set as 10:51

Os alunos do 3º período de Jornalismo da Universidade Potiguar (UNP) produziram um documentário sobre a história da 96 FM. O trabalho, para conclusão da disciplina História e Atualidades do Jornalismo, tem duração de 12 minutos e faz uma síntese da história rádio 96 FM através de depoimentos de profissionais que atuaram ou atuam na rádio 96 FM praticamente desde seu início, como o programador Epitácio Faustino e Tim Kawasaki. O grupo conseguiu mostrar um raio X bastante interessante da pioneira do RN.

Confira.

Postado por admin em 23 de junho de 2011 de Set as 11:14

Vez ou outra, aqui no blog, cito o nome de Marcelo Braga. É inegável que Marcelo me influenciou bastante no início de meu trabalho como locutor, mas minha admiração pelo cara reside, principalmente, no fato de sua trajetória no rádio não ter se limitado à locução. Mesmo que indiretamente (nem o conheço pessoalmente), aprendi com o Marcelo que o profissional de rádio não deve se limitar a dominar apenas a sua função. Deve dominar o veículo, conhecer o funcionamento de seus departamentos e suas inter-relações.

Braga “passeia” pelo veículo como ninguém. Depois de criar uma cara para a Transamérica, a transformando na rádio jovem mais irreverente do país, popularizou a Rádio Cidade de São Paulo (96,9) e, mais recentemente, instituiu o formato teen da Rádio Mix. Ou seja, o cara conhece o rádio, o veículo e não apenas uma rádio ou um segmento radiofônico.

Produzindo por Celso Russomano para o programa de televisão Circuito Night and Day, o vídeo acima mostra Braga no ar na Transamérica. Perceba que, nesse vídeo, Braga ainda era – digamos – um locutor comum. Atualmente, além de excelente locutor, Braga é um consultor de rádio muito bem sucedido atuando na Rede Mix.

Aproveite o vídeo pra matar saudade do vinil, dos cartuchos e suas cartucheiras que possibilitavam uma operação bem mais dinâmica. Saudade em estado bruto.

Postado por admin em 21 de junho de 2011 de Set as 10:57

Recebo texto do colega Josenildo Caldas, apresentador do 96 By Night, ao qual transcrevo com prazer.

A 96 Fm é o cão.

Oi gente.

Estou aqui nesse blog meio de artista, porque na realidade nós que fazemos o rádio somos artistas da voz, da sedução através do som, artistas do mistério por estarmos às vezes tão longe e dizendo frases tão pertinho do coração.

É por isso que muita gente quer conhecer o comunicador do rádio ou mesmo o próprio rádio, com suas salas, seus microfones, o início de um programa e sua magia entrando no ar.

A 96 FM está completando 30 anos de sucesso pleno, ou seja, desde que nasceu até os dias atuais. Hoje século XXI, hoje internet, hoje on-line, hoje Led, hoje tudo na tela, tudo computadorizado.

Muita gente vai a 96 FM com aquela curiosidade e fica contente porque constata a beleza de uma máquina azeitada pra fazer e transmitir festa. Tanto no ar como no “Studio”, os locutores, ou mais do que isso, os “magos” da comunicação no Rio Grande do Norte, sabem com perfeição modelar esse “bem” tão precioso que é a alegria.

Mas a 96 FM tem outros segredos e eu quero aproveitar pra contar só um. O corredor de entrada, inclusive, é o mesmo da saída, há um desfile de mulheres bonitas, charmosas que estão sempre andando em busca de uma sala, de outra sala e assim o corredor vira uma passarela de mulheres com suas curvas derrapantes aos olhares até menos cobiçosos.
Acompanhar o modelo, os trejeitos, e porque não dizer, a sensualidade de cabelos caídos sobre os ombros a desfilar num tapete vermelho que só eu vejo. É pra lá de demais para um mortal.

A 96 FM é privilegiada, uma vez que elas andando, desfilam e para isso não cobram cachê. Estão trabalhando, prestando serviço e nesse serviço esbanjam feminilidade. Um dia desses um colega falou em transformar a 96 FM num mosteiro. A reação foi total: não….. nunca, jamais.

eixem em paz nosso querido harém.

Josenildo Caldas.

Postado por silvio em 26 de maio de 2011 de Set as 20:21

Ao final da reunião no Palácio da Alvorada entre a bancada petista no Senado, ministros e a presidente Dilma Rousseff, o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, pediu nesta quinta-feira (26) a palavra e, durante 15 minutos, prestou esclarecimentos sobre as recentes acusações contra ele e de como ele conseguiu aumentar seu patrimônio em 20 vezes em quatro anos.

“Eu não vou me antecipar aqui, porque ele [Palocci] o fará por intermédio da resposta que dará à PGR [Procuradoria Geral da República]. Mas, a mim, como aos demais senadores que lá estiveram, as informações e as explicações pareceram bastante consistentes”, afirmou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), ao sair do encontro.

Questionado sobre a possibilidade de o ministro vir a público para comentar o assunto, Costa se limitou a dizer que as explicações serão dadas à PGR, que já recebeu requerimentos para investigar o ministro.

 

Postado por Amaury Júnior em 26 de maio de 2011 de Set as 19:35

Bem-vindo ao Blogs 96 fm sites. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e aí comece a brincadeira!

Postado por admin em 12 de maio de 2011 de Set as 17:45

É sabido que o veículo impõe vantagens e desvantagens à figura do comunicador. Se, por um lado, a mobilidade consente ao ouvinte a possibilidade de passar horas ouvindo rádio realizando outras atividades, por outro, a mesma mobilidade pode distanciá-lo do comunicador, mesmo com o aparelho permanecendo ligado.

Enxerguemos um primeiro cenário: com o aparelho de rádio ligado na sala, o ouvinte pode transitar por toda a casa, quartos, banheiro, quintal, etc. sem deixar de escutá-lo. Mas certamente, ao estender uma roupa no quintal, estará relativamente distante do receptor (é preciso um volume incomum para escutar o som) a ponto de ou não escutá-lo ou apenas ouvi-lo, ou seja, apenas receber o som.

Um segundo cenário coloca o aparelho de rádio na cozinha onde uma dona de casa prepara o almoço concentradamente no que é veiculado pela emissora “X”. O pequeno espaço da cozinha (aliás, cada vez mais pequeno) possibilita à essa ouvinte uma atividade mais ativa no que se refere ao que é externado pela emissora.

Do ponto de vista empírico, pode-se dizer que essa aproximação permanente com o aparelho coloca a ouvinte em questão em um patamar mais avançado do que definimos como “ouvir”. Nesse caso, nossa ouvinte passa a “escutar” a rádio. Ou seja, abandona um estado passivo, automático (o ouvir) e passa a um estado mais ativo (o escutar) prestando certa atenção, onde há implícita uma dose de intencionalidade.

O teórico espanhol Ángel Faus Belau afirma que escutar implica uma atenção desperta, ativa. Segundo o autor, escutar engloba todo o circuito do pensamento, enquanto que ouvir não põe em jogo mais do que os canais do ouvido, algo involuntário. É evidente que tais formas não são permanentes ao longo da sintonia em uma determinada programação radiofônica. Elas se interpenetram com o transcorrer de um programa em proporções que variam de acordo com as circunstâncias.

Se a competente escuta radiofônica transcende o “ouvir”, é desafio do comunicador de rádio transferir o ouvinte de seu patamar inercial de escuta ambiental (o ouvir) para trazê-lo e, principalmente, mantê-lo em um estado híbrido de “escutar” e “prestar atenção”, o que resulta – por consequência – na compreensão e assimilação, ou seja, na mais satisfatória forma de audiência.

Postado por admin em 30 de abril de 2011 de Set as 11:04

O cara tem estrada, experiência e histórias pra contar. Iniciando sua carreira em Mossoró, Jean Fernandes passou por diversas emissoras de Natal, entre elas Rádio Cidade, 98 e 96 FM. Bastante influenciado pela “escola pop” da Rádio Cidade, Pan e Transamérica, Jean teve – como poucos – a capacidade de adaptação ao rádio popular. Reduziu certa distância entre o ouvinte (determinada pelo perfil pop), e mergulhou competentemente em um universo que o coloca muito próximo de seu receptor, através do que poderíamos chamar de comunicação quente, criando profundos vínculos afetivos entre ambos.

A transição de Jean do rádio pop ao popular é mais um caso exemplar de que é possível mudar de perfil de comunicação sem traumas e de uma maneira extremamente competente.

No vídeo acima, produzido por Marcílio Dantas por volta de 1999 para um de seus seminários de rádio, é possível ver a antiga logomarca da 96 FM, a inserção da voz feminina no informativos da rádio (a participante no caso era a Rose Maciel), e o início do uso do PC no estúdio “A” (naquele momento o PC era usado apenas para veiculação de comerciais). No vídeo, já é notório o perfil popular da locução do Jean, que atualmente tem um programa na 95 FM, das 10:00 às 14:00h.

Não leve em consideração a qualidade do vídeo, pois o registro compensa.

Veja.

Postado por admin em 17 de abril de 2011 de Set as 4:45

Comenta-se que a Rede Transamérica será comprada por uma igreja evangélica. O objetivo seria montar a Rede Record News de rádio para concorrer com a Rede CBN, das Organizações Globo. Verdade ou não, o fato é que a Transamérica marcou época e, sob o comando artístico de Marcelo Braga (deixou a Rede Mix recentemente), a Transa moldou um estilo único em FM.

Seus pontos fortes eram uma segmentação muito bem definida, criatividade e uma irreverência nada fácil de copiar. De toda a sua grade de programação, um dos grandes destaques fica por conta do programa “Transalouca”, que ia ao ar às 17:00h. O áudio acima, de 1992, trás uma pequena parte do referido.

Preste atenção, também, no texto e na interpretação do Marcelo Braga na chamada que fala da liderança da rede na cidade de São Paulo. Criativamente e interpretação impecáveis.

Quem trabalhava em rádio nessa época e não teve passagem pela Transamérica (como eu) fica com um gostinho de “carreira incompleta”.

Vamos matar saudades. Ouça.

Fonte do áudio: DJ FRANÇOIS

Postado por admin em 14 de março de 2011 de Set as 15:25

Você pode questionar: “pô… Silvio Henrique só aborda questões referente ao FM potiguar, nunca ao AM”. Você tem razão. Dois pontos fundamentais limitam meus textos ao FM.

Primeiro, minha vida profissional se deu praticamente somente em FM (comecei na TV Tropical, mas só durou um ano, e tive uma passagem relâmpago cobrindo o Alecrim F. C. pela equipe de Jorge Audir na extinta Rádio Poty AM). Segundo – infelizmente – o nosso AM, nos últimos 20 anos, vem em queda livre.

Hoje, praticamente não há concorrência em Amplitude Modulada na cidade do sol. Os méritos ficam com a Rádio Globo Natal (640 KHZ), que resiste bravamente a tudo que é “tendência decadente”. E esse cenário acaba não gerando muitas histórias. É evidente que anos atrás o AM natalense produziu muito sucesso e fatos que ficaram na história, mas eu não os vivi.

A esperança do nosso AM é a digitalização, que chegará em breve e elevará a qualidade sonora destas emissoras. É bom ressaltar que tal tendência decadente é algo que praticamente só aconteceu no AM natalense. Em Assu, por exemplo, a Rádio Princesa do Vale AM (radioprincesadovale.com.br) continua líder de audiência em muitos horários, mesmo com a entrada de duas FM’s.

Em Recife, o AM continua muito bem ouvido e em Fortaleza, ainda hoje, é na Amplitude Modulada que estão os maiores comunicadores do rádio cearense. O áudio acima é uma amostra da vitalidade do AM fortalezense: uma vinheta do Programa João Inácio Jr da Rádio Verdes Mares (verdinha.com.br). Atente para a excelente plástica e para o bom número de quadros que o programa apresenta. É uma vinheta que muitas emissoras do segmento popular adoraria usar.

Postado por admin em 10 de março de 2011 de Set as 10:45

Não tenho a menor dúvida! Uma das maiores virtudes do rádio é a possibilidade de ampliarmos nosso círculo de amizades. Inevitavelmente, o comunicador estabelece vínculos profundos de amizade com seus ouvintes.

É incrível como duas pessoas, normalmente distante uma da outra, criam vínculos afetivos sem ao menos se conhecer pessoalmente. É provável que isso nasça na companhia estabelecida pelo rádio. Sim! Rádio é antes de tudo companhia.

E se fazemos saudáveis amizades com nossos ouvintes, imagine como é a relação com nossos colegas de trabalho. É realmente nossa segunda família.

No meu caso, posso me considerar privilegiado. Tive oportunidade de colocar muita gente boa no rádio potiguar e isso acabou gerando belas amizades. Uma delas foi a Moniquinha, como já falei aqui no blog. Há trezes anos, em 10 de março de 1998, Moniquinha (na época ainda Mônica Santos) me presenteou com a placa acima super carinhosa.

Gostaria de dividir esse carinho com todos os amigos que me acompanham também aqui no blog.
É como sempre digo: fazer rádio é fazer amigos.