Um supercomputador da Opta Analyst calculou as chances de cada seleção levantar a taça em 2026.
O Brasil apareceu em sexto lugar, com 6,23% de probabilidade.
Convém repetir o número, devagar... seis vírgula vinte e três por cento.
O país das cinco estrelas, que durante décadas tratou a Copa do Mundo como bem de família, agora torce para que uma máquina tenha errado a conta.
O treinador da seleção, o italiano Carlo Ancelotti, profissional respeitabilíssimo, ainda não tem o time de estreia em junho.
As lesões de Rodrygo (Real Madri), Estevão (Chelsea) e Eder Militão (Real Madri) tornam o sonho canarinho ainda mais distante.
A boa notícia é que supercomputadores também erram.
A má é que, ultimamente, eles vêm acertando mais do que a gente.