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Segurança

Após ser presa por ordenar ataques, "Bibi Perigosa" afirmou que deixou a "vida do crime"

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Andreza Patroa, que ficou hoje (3) nacionalmente conhecida como a "Bibi Perigosa" potiguar, afirmou que deixou a vida do crime e não teve envolvimento com os ataques criminosos que ocorreram no RN. 

Andreza Cristina Lima Leitão, de 31 anos, “criou o grupo Companhia dos Artilheiros, que promoveu verdadeiros atos terroristas na cidade de Natal, incluindo assassinatos, roubos em série, depredação de prédios públicos e incêndios de veículos e residências”, afirmou o delegado Rodrigo Coelho.

Segundo o delegado Rodrigo Coelho, responsável pela prisão, Andreza disse na delegacia que teria abandonado o crime desde que veio para o Rio foragida. "Mas as inteligências e as polícias que fazem contato conosco, principalmente depois da confirmação da prisão, nos dá a ideia de que isso é mentira. Ela herdou a posição de chefe do tráfico do marido, que foi morto. Ela se juntou a outro companheiro, que a auxilia nessas atividades", disse o delegado.

Informações da Polícia Civil apontam que ela havia trocado a Vila Cruzeiro, na zona norte, pela Vila Kennedy, na zona oeste, devido às operações policiais recentes. 

Bibi Perigosa era monitorada pelos agentes havia cerca de uma semana e acabou capturada em um shopping em Campo Grande, na zona oeste, no domingo (2), ao sair sem proteção da comunidade.

Responsável pela investigação, o delegado Rodrigo Coelho disse que a mulher, acusada de ordenar ataques no Rio Grande do Norte, negou ter continuado no mundo do crime na chegada ao Rio.

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