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Política

PF afasta Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão por faltas não justificadas

Eduardo Bolsonaro | Foto: Reprodução

A Polícia Federal determinou nesta quinta-feira, 26, o afastamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) do cargo de escrivão da PF, até que seja concluído um processo administrativo disciplinar. A portaria é assinada pelo corregedor regional da corporação no Rio de Janeiro. A informação é do O Antagonista.

Pela decisão, Eduardo, que está nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, deve entregar a carteira funcional e a arma de fogo institucional ao chefe imediato no prazo de cinco dias úteis.

O processo administrativo disciplinar foi aberto no final do mês passado, para apurar faltas não justificadas do ex-deputado ao posto na delegacia da Polícia Federal em Angra dos Reis (RJ). Será analisado e ele abandonou o cargo.

Antes de ser eleito pela primeira vez como deputado federal em 2014, Eduardo Bolsonaro ocupava o cargo de escrivão da PF. Depois que ele teve o mandato cassado pela Câmara dos Deputados, a PF chegou a determinar, no início de janeiro, que ele retornasse imediatamente ao exercício do cargo efetivo em sua lotação de origem.

A decisão abria caminho para a tomada de “providências administrativas e disciplinares cabíveis” contra Eduardo.

“O DIRETOR DE GESTÃO DE PESSOAS DA POLÍCIA FEDERAL SUBSTITUTO, no exercício de suas atribuições regimentais, declara a cessação do afastamento para exercício de mandato eletivo, a partir de 19 de dezembro de 2025“, dizia o ato declaratório.

Do policial federal EDUARDO NANTES BOLSONARO, matrícula PF nº 18.307 e SIAPE nº 1.805.042, com retorno imediato ao exercício do cargo efetivo em sua lotação de origem – DPF/ARS/RJ, nos termos do art. 94 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, para fins exclusivamente declaratórios e de regularização da situação funcional, informando que a ausência injustificada poderá ensejar a adoção das providências administrativas e disciplinares cabíveis”, acrescentava.

A cassação de Eduardo Bolsonaro

A Mesa Diretora da Câmara declarou, em 18 de dezembro, a perda de mandato de Eduardo.

A decisão levou em conta o excesso de faltas do parlamentar, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Eduardo está nos Estados Unidos alegando ser vítima de perseguição política no Brasil.

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