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Segurança

PF deflagra operação contra grupo acusado de tentar matar policiais civis e servidores federais no RN

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As Forças de Segurança do Rio Grande do Norte deflagraram, na manhã desta quarta-feira (2), a Operação Extremum Agmen, cumprindo três mandados de busca e apreensão na Grande Natal. A ação investiga uma tentativa de homicídio contra policiais da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR) e servidores da Receita Federal ocorrida em setembro de 2024, durante uma barreira policial.

O episódio ficou famoso por resultar na prisão do ex-policial militar João Maria da Costa Peixoto, conhecido como João Grandão. Ele estaria fazendo a escolta de um carregamento de cigarros contrabandeados quando foi abordado pela barreira policial. Reagiu, atingiu um servidor da receita, mas também foi baleado e preso. 

Segundo a PF, no entanto, com o avançar das investigações, foi descoberto que o grupo também teria participação em outros crimes contra policiais e integrantes da segurança pública. 

O QUE DIZ A OPERAÇÃO DA PF

O caso ocorreu em setembro de 2024, quando ex-policiais, membros de uma organização criminosa, abriram fogo contra os agentes para garantir a escolta de uma carga de cigarros contrabandeados. O ataque aconteceu durante uma abordagem dos agentes, que tentavam impedir a ação criminosa. 

O ex-policial militar João Maria da Costa Peixoto (conhecido como João Grandão) foi preso na ocasião, após ser atingido no revide dos policiais na operação. Ele foi indiciado pouco depois por tentativa de homicídio. 

GRUPO PARTICIPOU DE OUTROS CRIMES

Segundo a PF, a investigação já resultou na prisão de dois importantes integrantes do grupo - dentre eles, o próprio João Grandão. Durante o processo, foram descobertas evidências que ligam os suspeitos a uma série de crimes federais e estaduais, incluindo homicídios dolosos e contrabando. Esses casos, no entanto, não foram detalhados. 

A operação contou com a participação da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil do RN E Receita Federal do Brasil. A ofensiva reforça o combate às organizações criminosas que atuam no estado e visa garantir a segurança dos agentes públicos que trabalham na repressão ao crime organizado.

As investigações continuam, e novos desdobramentos não estão descartados. Os suspeitos presos devem responder por tentativa de homicídio qualificado e outros crimes relacionados ao contrabando e à organização criminosa.

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