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Piercing nas partes íntimas de influencer vira confusão em praia

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Um piercing nas partes íntimas de uma influenciadora digital, com mais de 800 mil seguidores, identificada como Dani Motta, gerou confusão em uma praia de Florianópolis (SC). O episódio ocorreu em 6 de janeiro deste ano, mas só começou a repercutir nas redes sociais nesta segunda-feira (12/1). Dani usou suas redes sociais para desabafar sobre a situação, afirmando que não é a primeira vez que passa por esse tipo de constrangimento: “É a segunda vez que isso está acontecendo, tá? Só porque eu tenho piercing na minha [parte íntima], as pessoas ficam me discriminando na praia. A moça está aqui falando horrores para mim”. Com iformações da coluna Na Mira, do Metrópoles.

Ainda na gravação, a mulher que questionou a influencer: “O espaço é público e você tem que respeitar os homens casados e as crianças que estão passando aqui”. Dani responde: “Vai cuidar do teu tabaco. A praia é pública”.

Piercing íntimo é crime ou não?

Dependendo da situação — da pessoa que usa o piercing íntimo ou de terceiros que se sintam ofendidos — o caso pode ser registrado na Polícia Civil e pode ser apurado como ato obsceno, constrangimento, injúria ou até difamação.

A exposição de um piercing íntimo em uma praia, se ocorrer de forma acidental e discreta, geralmente não é considerada ato obsceno. No entanto, se a exposição for intencional, ostensiva ou acompanhada de comportamento com conotação sexual, ela pode ser enquadrada como ato obsceno, configurando crime no Brasil.

O constrangimento gerado pela situação pode ter duas vertentes:

- Para a pessoa com o piercing: Se ela foi hostilizada, ofendida ou discriminada por outras pessoas na praia, ela é a vítima e pode denunciar o caso à polícia por crimes como injúria ou difamação.

- Causado pela exposição: Se a exposição foi intencional e causou constrangimento a terceiros (outras famílias, crianças, etc.), a pessoa que expôs pode ser responsabilizada criminalmente.

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