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Segurança

Saidinha de banco: acusada de atuar como “olheira” na morte de policial civil segue foragida há mais de 15 anos

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A Polícia Civil do Rio Grande do Norte segue com diligências permanentes para localizar Miriam Maciel da Silva, foragida da Justiça pelo crime de latrocínio que vitimou o escrivão Sidney Alves Lucas. O assassinato ocorreu em 11 de março de 2011, na Zona Norte de Natal.

Segundo as investigações, o crime aconteceu por volta das 15h, na Praça Guarulhos, bairro Lagoa Azul, no conjunto Gramoré. A vítima havia acabado de sacar R$ 11.500 em uma agência bancária instalada em um supermercado, quando foi seguida e abordada em frente à própria residência. Durante a ação criminosa, o escrivão foi alvejado e não resistiu aos ferimentos.

As apurações apontaram que o caso se tratou da modalidade conhecida como “saidinha de banco”. A identificação dos envolvidos ocorreu após a análise de imagens do circuito interno de segurança da agência e do estacionamento do supermercado, que registraram a movimentação suspeita do grupo.

De acordo com a Polícia Civil, Miriam Maciel teria atuado como “olheira”, monitorando a movimentação da vítima no momento do saque e repassando informações aos comparsas. À época, três integrantes da quadrilha foram presos e, em janeiro de 2013, condenados pelo assassinato do escrivão. No entanto, Miriam não foi localizada e permanece foragida.

Informações policiais indicam que ela teria residido por anos no estado de Pernambuco, além de possuir outros registros criminais e mandados de prisão em aberto.

A Polícia Civil reforça que qualquer informação sobre o paradeiro da foragida pode ser repassada de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.

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