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Política

[VIDEO] Rogério Marinho explica como ministro-chefe Rui Costa foi decisivo para Daniel Vorcaro chegar a Lula

Rogério Marinho

O senador Rogério Marinho (PL-RN) usou seu tempo na CPMI do INSS para traçar um histórico do que chamou de aproximação entre o Banco Master e integrantes do PT da Bahia, citando o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e episódios ligados ao consignado de servidores estaduais. Veja no vídeo acima.

Na fala, o senador disse que o “ovo da serpente” do Banco Master teria sido “gestado” na Bahia, estado governado há anos pelo PT. Ele afirmou que a situação seria “digna de uma série de Netflix” e acusou o governo baiano de ter se organizado para “roubar” servidores públicos, termos usados por ele no microfone. Marinho ainda vinculou a crítica ao cenário de violência e crime organizado no estado, atribuindo responsabilidade à gestão petista.

Como exemplo, o parlamentar citou a venda da EBAL em abril de 2018 e o programa “Cred Sexta” (ou “Cred Sexta Bahia”), dizendo que a estatal arrematada por R$ 15 milhões em leilão teria passado, dias depois, por uma mudança que transformou a operação em um negócio altamente lucrativo. Marinho afirmou que um decreto de Rui Costa, então governador e hoje ministro da Casa Civil, teria ampliado a margem para uma linha de crédito atrelada ao consignado de servidores estaduais, o que, segundo ele, impulsionou a rentabilidade da empresa, posteriormente associada ao Banco Master por meio de relações de “funding” e participação relevante na estrutura de captação do banco.

O senador também acusou o governo do PT de manter servidores “presos” a condições que classificou como extorsivas, comparando taxas de juros do consignado com a Selic e chamando os percentuais de “taxa de agiota”. “O governo do PT proibiu que os servidores escapem (…) disse: ‘Não, os senhores têm que ser roubados aqui pelo Banco Master’”, afirmou, repetindo expressões de ataque político ao partido e a seus aliados.

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