
Um pesquisa realizada pelo PROCON realizou pesquisa de pescado, nos principais comércios como: Hipermercados, Supermercados de bairros e Atacarejos, nas quatro regiões da cidade nos bairros de Santa catarina, Capim Macio, Potengi, Candelária, Neópolis, Barro Vermelho, Alecrim, Nova Descoberta, Dix-Spt Rosado, Nazaré, Pirangi. Como também, a Peixaria Caso do Peixe em Lagoa Nova, e os boxs de pescado do Mercado do Peixe no Canto do Mangue no bairro das Rocas. A equipe de pesquisadores coletou os preços de 18 (dezoito) tipos de peixe, comercializados em posta, inteiro e o filé, sendo um total de vinte e seis, também foi pesquisado, o crustáceo médio tipo cinza, como opção para o consumidor.
Foi feito um comparativo dos preços médios do pescado nas duas últimas semanas de março. No ano passado o período que antecedeu a semana, a pesquisa foi realizada na última semana de março e na primeira de abril. A análise foi feita levando em conta os preços dos produtos congelados nas ilhas de pescado nos estabelecimentos comerciais. Já os produtos com venda in natura, ou seja, peixes frescos expostos nas peixarias. A comparação dos preços foi da primeira e segunda semana desse ano, como também com os preços do ano passado.
Os dados analisados, identificou aumento nos preços de uma semana para outra tanto no produto congelado onde em quinze produtos foi identificado, como resfriado nos resfriados, onde do total treze estavam com aumento. Em destaque nos congelados temos, o Salmão inteiro onde na primeira semana o quilo estava sendo vendido por R$ 78,23, já na segunda semana o preço médio era de R$ 119,45, um aumento de 41,22 e uma variação de 34,51%.
Outro produto com variação positiva foi o Peixe-serra em posta, com um preço médio de R$ 39,42, na primeira semana o preço médio no comércio era de R$ 32,91 e na segunda semana os pesquisadores encontram esse mesmo produto sendo vendido por R$ 45,93, variação de 28,36% e isso representa um aumento entre as semanas pesquisadas de R$ 13,02. Também foi identificado pescado congelado com variação negativa, ou seja, peixes que diminuíram de preço de uma semana para outra, em destaque a Cavalinha que na primera semana o preço médio no comércio era de R$ 17,41 e na segunda semana a pesquisa encontrou o mesmo produto sendo vendido em média por R$ 12,24, ou seja, uma variação negativa entre as duas semanas pesquisadas de (-42,21%), e isso representa uma diferença de R$ 5,17, no preço do quilo desse produto. Também foi observado redução no preço da Pescada Branca, onde na primeira semana o preço médio encontrado foi de R$ 37,59 e na segunda semana esse mesmo pescado estava sendo vendido ao preço médio de R$ 26,55, uma redução de R$ 11,04,
e isso representa uma variação negativa de (-41,57%), o preço médio nas duas semanas desse produto foi de R$ 32,07.
A pesquisa constatou também os preços do pescado para esse ano de 2023 houve uma varição positiva de um ano para o outro de 6,70%. A entre uma semana e outra no comércio teve uma oferta maior de produtos e marcas diversas para o consumidor, com isso a variedade dos preços encontrados foi maior também, resultando no conceito de oferta e procura. Exemplo disso é o quilo da Cavala em posta que na primeira semana, o maior preço encontrado foi de R$ 54,90, e o menor preço foi de R$ 36,99, a média nessa semana foi de R$ 45,95. Já na segunda semana o maior preço permaneceu, no entanto o menor preço encontrado no comércio foi de R$ 28,62, a média dessa segunda semana foi de R$ 40,17.