A Polícia Penal de São Paulo afirmou que a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom, não violou as medidas impostas com o uso da tornozeleira eletrônica e que as falhas registradas decorreram apenas de oscilações no sinal de geolocalização do equipamento. Com informações e Manoela Alcântara, do Metrópoles.
O documento foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o magistrado solicitar esclarecimentos sobre falhas constatadas no GPS da tornozeleira.
Segundo o órgão, os registros decorreram exclusivamente de oscilações do sinal de GPS, sem qualquer indício de descumprimento da medida cautelar.
Débora está em prisão domiciliar desde março de 2025, por decisão de Moraes.