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Política

Entorno de Flávio prefere vice do PP ou União a Zema

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O palanque do pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) já está definido, com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como principal apoiador e Felício Ramuth como vice na chapa paulista. Enquanto isso, a escolha do vice na chapa presidencial de Flávio ainda gera discussões entre os estrategistas de sua campanha. 

A noticia é do portal CNN. "Do ponto de vista nacional, o presidente Lula tem a definição, manteve Geraldo Alckmin como vice na chapa da reeleição, mas, Flávio Bolsonaro ainda há uma indefinição muito grande", aponta o analista.

Um dos nomes especulados para compor a chapa é o do governador de Minas Gerais, Romeu Zema. No entanto,  o entorno de Flávio Bolsonaro avalia que Zema poderia desempenhar um papel mais estratégico fora da chapa.

Na visão dos articuladores da campanha, Zema seria mais útil como candidato independente no primeiro turno, onde poderia participar dos debates eleitorais e formar uma dobradinha com Flávio nas críticas ao presidente Lula. Como crítico ácido do atual governo, o governador mineiro ajudaria a desgastar a imagem do presidente, e seus votos naturalmente migrariam para Bolsonaro no segundo turno por compartilharem um eleitorado de perfil semelhante - mais à direita e conservador.

A preferência atual do grupo político de Flávio Bolsonaro recai sobre um vice do União Brasil ou do PP. Estes partidos detêm a maior federação, com mais tempo de TV, maior capilaridade nacional, maior número de prefeitos e vereadores, o que robusteceria o palanque do pré-candidato.

Há uma clara preferência por uma mulher para o posto de vice. Um dos nomes mencionados é o da senadora Tereza Cristina, que se elegeu ao Senado na última eleição e, portanto, não ficaria sem mandato caso a chapa não vencesse a disputa presidencial.

Segundo os estrategistas da campanha de Flávio, uma vice mulher poderia suavizar a imagem do candidato e reforçar a ideia de que ele é mais moderado que seu pai. Esta escolha também seria uma tentativa de aumentar a penetração no eleitorado feminino, historicamente um desafio reconhecido pelo bolsonarismo, conforme apontado também em recente pesquisa Quest.

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