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Cidades

[VÍDEO] Paralisação no SAMU deixa população do RN sem atendimento

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Uma paralisação no atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) Metropolitano surpreendeu a população do Rio Grande do Norte na manhã desta quarta-feira (15). O problema ocorreu por conta de um impasse contratual com a empresa responsável pelos serviços terceirizados, afetando diretamente a regulação e o despacho de ocorrências.

De acordo com as informações apuradas pelo Via Certa no local, na sede do SAMU Metropolitano, em Macaíba, às margens da BR-304, rádios-operadores e atendentes responsáveis pelo atendimento do número 192 não compareceram ao trabalho desde a madrugada. Com isso, ambulâncias chegaram a ficar sem sair para ocorrências, já que não havia equipe para encaminhar os chamados.

A situação impactou atendimentos de urgência ainda nas primeiras horas do dia. Um exemplo foi um acidente registrado na avenida Tomás Landim, entre Natal e São Gonçalo do Amarante, cuja responsabilidade seria do SAMU Metropolitano, mas não contou com o envio de ambulância no momento devido à paralisação.

Durante a manhã, a movimentação na base era considerada tranquila, com ausência de saídas de viaturas. A informação repassada foi de que veículos estavam sendo utilizados para buscar profissionais em casa, numa tentativa de recompor as equipes e retomar o serviço.

Além da ausência dos atendentes, outros profissionais também enfrentam atrasos salariais. Condutores socorristas estariam há cerca de 15 dias sem receber, assim como equipes responsáveis pela desinfecção das ambulâncias, o que pode comprometer ainda mais o funcionamento do serviço.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e o SAMU RN informaram que a empresa contratada ordenou a paralisação das atividades mesmo diante de uma decisão judicial, emitida em 2025, que obriga a continuidade do serviço até a conclusão de um novo processo licitatório.

Segundo o governo, o atendimento foi restabelecido de forma plena às 9h30 desta quarta-feira, após nova decisão judicial e negociação com a empresa. A Justiça determinou novamente que a prestadora mantenha integralmente os serviços pelos próximos 90 dias ou até a finalização da licitação e assinatura de um novo contrato.

A Sesap destacou ainda que o processo de contratação segue em andamento, mas enfrenta entraves devido a recursos e contestações apresentados por empresas participantes da licitação.

 
 
 
 
 
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