Mais de cinco décadas de dedicação ao América Futebol Clube foram reconhecidas na noite desta terça-feira (25), com a entrega do título de Sócio Benemérito ao médico Maeterlinck Rêgo Mendes. A solenidade ocorreu durante a reunião extraordinária do Conselho Deliberativo, no Auditório Humberto Pignataro, na sede do Alvirrubro.
A homenagem celebra uma trajetória que, em 2026, completa 55 anos de serviços prestados ao clube e uma história de dedicação que atravessa gerações. O momento teve um significado ainda mais especial pela presença dos filhos de Maeterlinck, Marcelo e Marcos Rêgo. Médicos, eles também fazem parte atualmente do Departamento de Saúde do Alvirrubro e ajudam a manter vivo o legado da família no América.
“Cheguei nesse clube em 1971, como estudante de Medicina, e em 2026 completo 55 anos de América. Ou seja, do clube que tem 110 anos de história, vivi a metade. Minha gratidão é enorme e fiquei tomado pela emoção, principalmente pela grandeza da atitude tomada por este Conselho”, disse Maeterlinck.
O título foi entregue pelo presidente do Conselho Deliberativo do América, Diogo Pignataro, e pelo presidente do América Futebol Clube, Francisco Sobrinho.
A homenagem também foi prestigiada por outros dois Sócios Beneméritos do América: o ex-atleta e treinador Artur Ferreira, o Arturzinho, e Jussier Santos, ex-dirigente americano. Amigos que acompanharam de perto, ao longo dos anos, a trajetória de Maeterlinck e sua história dentro do clube.
A concessão do título de Sócio Benemérito foi aprovada por unanimidade pelos conselheiros presentes na reunião anterior do Conselho Deliberativo. A honraria reconhece os mais de 50 anos de serviços prestados por Maeterlinck e sua trajetória de dedicação, compromisso e vínculo com o América.
EM BUSCA DO RECORDE
Com 55 anos de serviços prestados ao América, completados em 2026, o médico Maeterlinck Rêgo se prepara para uma missão histórica: entrar para o Guinness World Records, o livro dos recordes, como o médico de clube mais longevo do mundo em atividade.
Aos 80 anos, o médico trabalha para reunir e apresentar toda a documentação necessária aos responsáveis pela análise e validação do recorde. A busca pelo reconhecimento internacional é mais um capítulo de uma história que já se confunde com a própria trajetória do América ao longo das últimas cinco décadas.