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Brasil

Seu nome pode ser barrado na Justiça: o que a lei proíbe na escolha do nome de um filho

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O nome próprio é a primeira identidade formal de uma pessoa e influencia diretamente a autoimagem, as relações sociais e a forma como o indivíduo será percebido ao longo da vida. Por isso, a escolha vai além da preferência dos pais e pode gerar impactos sociais, emocionais e legais duradouros.

No Brasil, a legislação permite que cartórios recusem registros que exponham a criança ao ridículo ou constrangimento público. A regra busca evitar nomes ofensivos, confusos, excessivamente longos ou associados a figuras controversas, protegendo o bem-estar e a dignidade do indivíduo.

Outros países adotam normas ainda mais rígidas, com listas oficiais ou comitês avaliadores para aprovar nomes. As medidas reforçam que o nome não é apenas um detalhe, mas um elemento central da identidade, com influência direta na trajetória pessoal e social desde o nascimento.

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