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Ciro Marques


[VIDEO] Rogério Marinho responde sobre Ciro Nogueira e lembra que Banco Master nasceu no PT da Bahia

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O senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou em entrevista ao programa Contraponto, da 96 FM, com o jornalista Diógenes Dantas, que a tentativa do PT de associar o caso do Banco Master a Flávio Bolsonaro por meio da operação contra Ciro Nogueira esconde a verdadeira origem do escândalo: o próprio PT da Bahia. "O início do Master é a Bahia do Jaques Wagner, cuja nora recebeu quase 18 ou 19 milhões de reais do Master, e o Rui Costa, chefe da Casa Civil e líder do governo Lula", declarou Marinho. Assista: 

O senador detalhou a cadeia. Segundo ele, tudo começa com a venda de uma empresa chamada Creda, que existia na Bahia para fornecer alimentos a funcionários públicos, vendida por R$ 15 milhões a um empresário chamado Augusto Lima. Duas semanas depois, o governo baiano autorizou a empresa a operar crédito consignado aos servidores no limite de 35% dos salários.

"Virou um negócio da China, um toque de Midas", disse Marinho. Essa operação cresceu para 24 estados e se associou ao Master, então um banco pequeno e insignificante, dando-lhe a musculatura financeira que o transformou no que se conhece hoje. A sociedade foi desfeita em meados de 2024, coincidindo, segundo Marinho, com o início de interlocuções fora da agenda entre Daniel Vorcaro e o presidente Lula.

Sobre a operação da PF contra Ciro Nogueira, Marinho reconheceu que o episódio é "constrangedor para a classe política" e que alimenta a generalização de que "todos são iguais e todos são bandidos". Porém, fez questão de lembrar que as investigações estão no início e disse confiar no ministro André Mendonça, do STF, relator do caso. "É um juiz sério, que vai investigar doa a quem doer", afirmou. Marinho também ressaltou que Flávio Bolsonaro classificou as informações como graves e defendeu ampla apuração.

O senador aproveitou para virar o jogo contra o governo. "Nós assinamos a CPI do Master. O PT não assinou. Nós assinamos a CPI do INSS. Eles não assinaram. Nós assinamos a CPI do crime organizado. Eles não assinaram, pelo contrário, tentaram obstruir", enumerou. Para Marinho, o paradoxo é evidente: o partido que tenta colar o escândalo na oposição é o mesmo que se recusa a investigá-lo no Congresso.

 

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