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Cidades

Cidade da Moda no RN deve movimentar R$ 8 milhões por ano e receberá visita de Bolsonaro em abril

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Com 65% das obras concluídas, o Complexo Acari Cidade da Moda, no Seridó potiguar, está prestes a se tornar um dos principais polos de confecção do Rio Grande do Norte. O empreendimento receberá, no dia 11 de abril, a visita do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), reforçando a importância política e econômica da obra, iniciada ainda em 2022 por ordem do então ministro e hoje senador Rogério Marinho (PL-RN).

A expectativa é que o complexo movimente cerca de R$ 8 milhões por ano e fortaleça o programa Pró-Sertão, voltado para o desenvolvimento da cadeia produtiva têxtil no interior do Estado. Segundo o prefeito de Acari, Fernando Antônio Bezerra (PODE), a construção exigiu um grande aterro para nivelamento do terreno, incluindo implosão de rochas. A estrutura conta com 10 galpões, centro de eventos, duas praças de convivência e salas multiuso.

O município já iniciou a prospecção de oficinas de costura para se instalar no espaço. “Algumas já estão funcionando na cidade, aguardando apenas a entrega dos galpões”, destacou o prefeito.

Para Marionete Medeiros, presidente da Associação Seridoense de Confecções (Asconf), a localização do complexo — às margens da BR-427, na saída de Acari para Jardim do Seridó — é estratégica. Ela lembra que 70% das 119 oficinas de costura do estado estão concentradas na região do Seridó.

Inicialmente orçado em R$ 19,7 milhões, o projeto recebeu um aditivo de pouco mais de R$ 2 milhões para adequações do terreno. Parte dos recursos foi viabilizada ainda na gestão de Rogério Marinho à frente do Ministério do Desenvolvimento Regional.

Entidades do setor avaliam que o Complexo Cidade da Moda será um divisor de águas para a indústria têxtil no RN. O presidente da Fiern, Roberto Serquiz, já classificou o empreendimento como fundamental para fortalecer a cadeia produtiva local. O Sebrae-RN também aposta no espaço como novo canal de comercialização para quem produz moda no estado.

A Asconf, por sua vez, tem cobrado o Governo do Estado em busca de um ambiente tributário mais competitivo para impulsionar ainda mais o setor.

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